Análise da conduta à luz do prontuário, dos protocolos vigentes à época e da literatura contemporânea aos fatos — convertida em quesitos e parecer técnico para a defesa. Sigilo absoluto, em todo o Brasil.
A sua defesa vai ser lida por quem não estudou medicina. Explicar a decisão clínica para um jurista exige alguém que fale as duas línguas — e o prazo do processo não espera você virar essa pessoa.
É no terreno técnico que a defesa se decide: concordância plena entre laudo e sentença em 1.247 processos cíveis do TJSP (2020–2024). É por isso que o laudo é o principal objeto do nosso trabalho: é ele que determina e direciona o resultado final do processo. Fonte: Perspectivas em Medicina Legal e Perícia Médica.
Em estudo com 100 processos de má prática em cirurgia geral em SP, o perito não estabeleceu nexo causal em 84% dos casos. Bem conduzida, a análise técnica costuma estar do lado de quem praticou boa medicina. Fonte: Saúde, Ética & Justiça — USP.
Mais da metade das ações de erro médico analisadas no TJDFT entre 2002 e 2019 tiveram decisão final contrária a quem processou. Fonte: revista Saúde e Sociedade (2022).
Quem avalia sua conduta precisa entender de medicina. Sua defesa também.
Reconstruímos tecnicamente o caso a partir do prontuário e demonstramos a adequação da conduta à literatura e aos protocolos vigentes.
Documento médico-legal fundamentado, preparado para dialogar com o laudo do perito judicial e sustentar sua defesa.
Formulação de quesitos, acompanhamento da perícia e contestação técnica de conclusões desfavoráveis — ao lado do seu advogado.
Reúna o prontuário completo e procure orientação técnica e jurídica imediatamente — os prazos processuais começam a correr com a citação. E um ponto inegociável: jamais complemente ou altere registros depois de citado. A integridade do prontuário é a base de qualquer defesa técnica consistente.
Ambos. A análise técnica vale para o profissional individual e para a instituição: conduta assistencial, protocolos internos, registros e fluxo de atendimento. O trabalho é conduzido pela responsável técnica e coberto por sigilo em qualquer formato.
Porque o mérito será decidido em terreno técnico: prontuário, conduta, literatura. O advogado domina o processo; nós fornecemos a fundamentação médica que sustenta a tese dele — é a combinação que fortalece a defesa.
Integralmente. Tratamos cada caso com confidencialidade absoluta — entre colegas de profissão, sabemos o peso que um processo tem sobre a reputação e a rotina de quem o responde.
O quanto antes. Atuar antes da perícia judicial permite formular quesitos estratégicos e preparar o terreno técnico. Mas mesmo após um laudo desfavorável, há espaço para contestação fundamentada.
Existe um equívoco frequente — inclusive em petições iniciais — de tratar resultado adverso como sinônimo de erro. A lei brasileira não funciona assim. O art. 14, §4º do Código de Defesa do Consumidor determina que a responsabilidade pessoal dos profissionais liberais seja apurada mediante a verificação de culpa. É responsabilidade subjetiva.
A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça está consolidada nesse sentido: a atividade médica é, em regra, obrigação de meio. O profissional se compromete a empregar diligência, prudência e a técnica adequada — não a garantir a cura, porque não está no alcance de ninguém garanti-la. Para haver dever de indenizar, é preciso demonstrar negligência, imprudência ou imperícia, além do nexo causal entre a conduta e o dano.
Há exceções relevantes, e ignorá-las é arriscado: em procedimentos de finalidade estritamente estética, a jurisprudência tende a reconhecer obrigação de resultado, o que altera profundamente o ônus da prova. Definir corretamente em qual categoria o caso se enquadra é uma das primeiras decisões técnicas de qualquer defesa consistente.
Fontes: Código de Defesa do Consumidor, art. 14, §4º; Código Civil, art. 951; jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça sobre responsabilidade civil médica.
Em um processo por erro médico, a memória do profissional vale pouco e a do paciente vale pouco. O que vale é o registro contemporâneo ao atendimento. O prontuário é a peça central da defesa técnica, e sua força não vem de defender ninguém: vem de ter sido escrito antes de existir litígio.
Um caso julgado pelo Superior Tribunal de Justiça ilustra o peso disso com clareza desconfortável. Discutia-se a responsabilidade de um obstetra por sequelas neurológicas em recém-nascido; a omissão de registros necessários no prontuário da gestante foi determinante para a manutenção da condenação. A ausência de anotação não foi tratada como detalhe burocrático — foi tratada como violação do dever de cuidado e acompanhamento.
Do lado prático, três pontos costumam decidir a análise: se o prontuário permite reconstruir a linha do tempo do atendimento, se o consentimento informado documenta os riscos efetivamente comunicados, e se as condutas registradas são coerentes com os protocolos vigentes à época — e não com os de hoje. Vale lembrar que a Resolução CFM nº 1.821/2007 fixa guarda mínima de 20 anos para o prontuário em papel e guarda permanente para o arquivado eletronicamente: o documento que sustenta a defesa precisa existir muito depois do atendimento.
Fontes: Resolução CFM nº 1.821/2007, arts. 7º e 8º; Lei nº 13.787/2018; Superior Tribunal de Justiça, REsp sobre omissão de registros em prontuário (3ª Turma, rel. Min. Villas Bôas Cueva); Resolução CFM nº 2.217/2018.
Responsável técnica sênior à frente da equipe da DC Perícias, com mais de 20 anos de medicina. Médica Perita Judicial e Especialista em Medicina do Trabalho, certificada pelo Instituto Felipe Hurtado — experiência aplicada tanto à identificação de falhas quanto à demonstração da boa prática.
Antes de decidir, vale entender o que a perícia vai avaliar no seu tipo de caso.
Ler os artigos técnicos“Fui atendida no horário marcado, sem atrasos. A consultoria foi muito objetiva, ética e técnica. A Dra. Darleny avaliou toda a documentação de forma rápida e me deu as devidas orientações sobre os documentos pendentes que eu precisava incluir. Além disso, fez questão de me explicar de forma clara cada etapa e o que estava sendo analisado nos meus exames. Me senti muito segura durante todo o atendimento.”

“[...] Procurei a equipe por causa de um laudo médico que precisava ser analisado para uma impugnação e fui muito bem atendido. O pessoal entende bastante do assunto, explicou tudo de uma forma bem clara e foi muito atencioso durante todo o processo. Fiquei muito satisfeito com o trabalho e com o suporte que recebi. Recomendo.”

“Procurei a DC Perícias por causa de um caso de erro médico e precisava de ajuda para contestar um documento. A equipe analisou tudo com muito cuidado, explicou os pontos que poderiam ser questionados e me orientou durante todo o processo. [...]”

“[...] A equipe é muito organizada e atenciosa. Os médicos demonstram muito conhecimento técnico e passam muita segurança durante o atendimento. Dá para perceber o cuidado e o profissionalismo em cada detalhe. Fiquei muito satisfeita e recomendo a DC Perícias.”

Trechos de avaliações públicas no Google, publicados com autorização dos clientes. Os cortes estão indicados por [...].
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